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Entrevista com Moisés di Souza

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Intitulado pelo poeta Janires por "Moisés Contrabaixo", Moisés di Souza já participou de diversos projetos musicais, sendo um dos principais a Banda Azul . Recentemente, voltou aos palcos, com um novo trabalho, o CD "Orkut". O lançamento do disco aconteceu no dia 8 de junho, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte. Confira nesta entrevista exclusiva detalhes desse novo projeto de Moisés e também um pouco da história da Banda Azul: Robson Braga Abrantes: Pra você, o que Janires representou para a música gospel no Brasil? Moisés di Souza: CLARO QUE COM AS DEVIDAS PROPORÇÕES, O JANIRES, PRA MIM, FOI COMO O RAUL SEIXAS FOI PRA SUA GERAÇÃO. UM GÊNIO FRENTE DO TEMPO. RBA: Quando foi seu primeiro contato com o Janires? Moisés: FOI NUM DIA MUITO ESQUISITO. EU HAVIA FICADO SABENDO ATRAVÉS DE MEU IRMÃO QUE O CARA QUE MONTOU O GRUPO REBANHÃO ESTAVA EM BELO HORIZONTE NUM TAL DE CLUBÃO. ENTÃO EU FUI ATÉ LÁ... FUI APRESENTADO A ELE PELO DU GUITA. ELE (JANIRES) ME

Banda Azul

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A Banda Azul surgiu no mesmo ano em que eu nasci. Mas apesar de ouvir o nome deste grupo durante toda a década de 1990, só fui conhecer as músicas a poucos meses, quando tive acesso à página do Adal Chagas ( Baixe músicas cristãs de qualidade sem nenhum custo! ). A primeira canção que ouvi foi o sucesso "Foi por você", cantada ao vivo por Janires. Não há como descrever a sensação que tive ao ouvir o "Amigo poeta" dizendo no final da música: "Dudu Guitarra, Gui Teclado, Moisés Contrabaixo, Du Batera... Pra quem não conhece bem a história da Banda Azul, juntamente com alguns companheiros, reuni informações sobre a banda na Wikipédia . Há também informações valiosas da banda no Orkut . Não posso deixar de citar o Weblog do Pastor Lucas , que possui vários vídeos do grupo.

Clipe da música Jesus é amor, do Rebanhão

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É com grande satistação que divulgo neste espaço um clipe histórico. Trata-se de um clipe do Rebanhão, da belíssima canção Jesus é amor, do álbum "Novo dia" de 1987. Nesta época os integrantes eram: Carlinhos Félix, Pedro, Paulinho e Tutuca.

Entrevista com Fernando Augusto (Tutuca), baterista ex-integrante do Rebanhão

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É com muito prazer que publico aqui esta entrevista, que gentilmente o Tutuca me concedeu. Para quem não viveu a época ou não se recorda, Fernando Augusto foi baterista do grupo Rebanhão e participou dos discos Semeador (1985), Novo dia (1987) , Grandes Momentos (1988) e Princípio (1989). Atualmente, Tutuca é produtor musical e trabalha na carreira de sua esposa Andrêa. Robson Braga Abrantes : Quando surgiu seu interesse pela música? Fernando Augusto (Tutuca) : Com certeza desde o ventre da minha mãe eu já respirava música... RBA : Quais instrumentos musicais, além da bateria, você toca? Tutuca : Tenho noções de teclado, na parte de cordas, estudei canto lírico e popular. RBA :Antes de se intregrar no Rebanhão você já executou música em algum grupo? Tutuca : Sim. Toquei em grupos de rua na infância como a banda de Alex e Estanley e outra banda cover de Luciano Banhia, isto na tijuca onde eu nasci e cresci. RBA : Como foi seu primeiro encontro com o Janires e o Rebanhão? Tutu

Música de qualidade

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Ao contrário do que muitos pensam, a música cristã tem muita história no Brasil. Há muitas décadas os cristãos contam com mulheres e homens revolucionários no campo da música. Na década de 1960 por exemplo, enquanto o mundo se delirava com beatles , os cristãos brasileiros ouviam os Vencedores por Cristo, tecnicamente tão bons quanto os garotos de Liverpool. E o que se pode dizer do Grupo Elo na década de 1970? Os americanos e todo o mundo adimiravam os Carpenters e outros grupos. Em que os alunos de Dick Torrans perdiam para os americanos? Na década de 1980, não foi diferente. Rebanhão , Grupo Logos, Álvaro Tito, Oséias de Paula, Grupo Logos, Complexo J, Sinal de Alerta, Actos 2, Altos louvores, Banda Azul, Canto da Terra, Pescador, Semeando, dentre tantos outros, executavam música de qualidade igual ou superior aos cantores e bandas seculares admirados em todo país. Também há uma nova geração de músicos cristãos do Brasil, portanto, nós cristãos, não precisamos entregar